Publicado por: [|-DaRio-|] | Outubro 21, 2008

Chuvas

As chuvas das últimas semanas está fazendo surgir diversos novos buracos nas ruas do bairro. A “Cantareira” é uma das ruas em que mais acontecem problemas. A verdade é que a rua parece estar oca por baixo do calçamento.

No início deste ano a rua tinha 5 buracos.  Atualmente tem apenas 1. O problema é que ela nunca ficou sem buraco.

Esses uracos atrapalham o trânsito na rua que tem calçadas de 40Cm de largura

Publicado por: [|-DaRio-|] | Outubro 7, 2008

Falta d’água ou racionamento?

No verão é assim

Florianópolis no verão é assim

Bastou um pqueno aumento na temperatura para que a população do Bairro João Paulo voltasse a vivenciar a falta d’água. A exemplo do último verão a água simplesmente acaba, sem que haja um aviso sobre o corte no abastecimento ou algo do gênero.

O centro comunitário do Bairro não tem o número preciso de habitantes do bairro, mas estimasse que seja algo em torno de 3.500 pessoas.

A solução que a grande maioria das pessoas do bairro têm adotado para amenizar o problema da falta d’água é instalar reservatórios extras como medida de segurança. Estes são usados apenas quando acaba a água dos principais.

De fato a população do bairro é bem mais numesa do que a cinco anos atrás quando não chegava a 2000 pessoas. A estrutura de abastecimento de água é absolutamente a mesma. A CASAN só aparece no bairro para fazer remendos na instalação já existente.

Porém o problema parece nada ter a ver com estrutura ultrapassada ou com excesso de população. Parece que o problema é “Racionamento de água por parte da CASAN”.

Acontece assim. Por volta de 3horas da madrugada as caixas d’água são abastecidas, depois só no outro dia. Diferentemente do inverno, onde o abastecimento é constante.

A CASAN alega que precisa manter seus reservatórios em níveis mínimos para dar conta do aumento de população na cidade durante a temporada. Seguramente outros bairros caidade sofrem o mesmo problema. Dai surgem as dúvidas.

Será justo uma população inteira ser prejudicada em prol do “Turismo”, sendo que alguns poucos colheram benefícios originados pela alta temporada na cidade?

Até quando os turistas continuaram vindo para Florianópolis se a cidade não apresenta uma estrutura turística adequada, apesar da vocação natural para o turismo?

Publicado por: [|-DaRio-|] | Setembro 29, 2008

Vem chegando o verão

Falta dágua

Falta d'água

Chegamos na primavera, mais um verão a caminho. Isso faz o pessoal do bairro João Paulo pensar nas suas caixas d’água. Nos últimos 4 anos, com o aumento da população do bairro, tem faltado água todas as noites durante o verão.

Vamos ver se neste ano será diferente. É esperar pra ver.

Publicado por: [|-DaRio-|] | Setembro 16, 2008

Quanto você paga pela segurança?

Vigilância

Vigilância

Nos condomínios do bairro o preço praticado é algo em torno de R$4000,00 mensais. Com vigilância em tempo integral através de câmeras e com o revezamento de guardas durante o período. Na parte considerada pobre do bairro, onde a vigilância é feita de maneira informal, os preços variam. O valor pedido pelo vigilante é de R$20,00 por cada casa da rua. Mas aceitam o quanto o morador puder pagar.

A diferença é que na parte pobre não existe uma “vigilância”, e sim uma “ronda”. São apenas algumas passadas por noite.

Fazendo os cálculos, as rondas informais na parte pobre acabam saindo mais caras do que a “vigilância constante” na parte rica.

Imagine uma rua com 70 casas, cada uma pagando R$20 reais por mês. O gasto mensal será de R$1400,00. Sendo que acontecem no máximo 6 rondas por noite.

Fazendo os cálculos, o valor da hora “vigiada” da parte pobre é de R$7,53 enquanto que a da parte rica é de R$5,38.

Não seria melhor que os moradores das ruas mais pobres se unissem e contratassem uma segurança com vigilância efetiva?

Pagariam menos e teriam um serviço de vigilância em tempo integral.

Publicado por: [|-DaRio-|] | Setembro 2, 2008

Segurança privada x Milícias. – A faca de dois gumes

Milicias

Milícias

A segurança privada pode vir a ser uma faca dois gumes. Quatro pessoas  da parte do bairro considerada “pobre” comentaram que um cidadão se apresentou dizendo que era ele quem fazia a viglância noturna na rua e pedindo uma contribuição de R$20,00 mensais.  Segundo estas pessoas este indivíduo teria dito que ele faz a vigilância noturna dos condomínios “ricos” e aproveita para vigiar o restante do bairro.

Acontece que ninguém solicitou esta vigilância, alem disso o “segurança” não se apresentou como sendo funcionário de uma empresa constituída. O problema disso é que não há como ter certeza que ele seja quem diz ser.


Vídeo comparando o efetivo policial ao efetivo da segurança privada.

Um outro problema que pode vir a acontecer numa situação dessas é o surgimento de milícias, como acontece no Rio de janeiro.

Já que a tendência para o bairro João Paulo é segurança privada, é preciso que se tome os devidos cuidados para que não se crie um outro problema.

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